O presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, disse, na noite desta quinta-feira, 12 de Maio, que vai pedir, nos próximos dias, o aval do bureau político partido para apresentar ao Presidente da República propostas concretas que, na sua opinião, constituem uma derradeira oportunidade para o chefe de Estado ultrapassar definitivamente a crise.
A proposta será entregue ao Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, aos cinco principais parceiros internacionais, com o conhecimento à sociedade civil guineense e demais entidades do país.
Sem se referir de concreto que tipo de propostas irá fazer, o antigo
primeiro-ministro, também demitido por José Mário Vaz, em Agosto de
2015, deixou claro que o seu partido vai responsabilizar, seguindo os
caminhos que os dispositivos da Constituição fixaram, todos aqueles que
inviabilizaram negociações que visem encontrar soluções para a crise.
Citando uma parte do discurso do Presidente guineense, Domingos Simões Pereira não tem dúvidas que José Mário Vaz abriu propositadamente excepções para tirar ao partido, a legitimidade de escolher os caminhos da governação, um direito legitimado nas urnas em 2014.
Dirigindo-se aos militantes e simpatizantes do partido, na principal sede, Domingos Simões Pereira, visivelmente emocionado, repetiu por varias vezes que o PAIGC vai assumir a sua responsabilidade perante o novo cenário político, tal como o Presidente da República deve fazer nos próximos dias.
Pereira acusou directamente José Mário Vaz de ter assinado o decreto, que demitiu o governo de Carlos Correia, a 12 de Maio, sob intensa pressão que qualifica de inaceitável para satisfazer a um grupo de indivíduos que lutam pelos interesses pessoais.
“O Presidente sentiu de forma particular, o que significa abdicar do diálogo com as instituições e apadrinhar um grupo de indivíduos com agendas pessoais. Se quiser realmente criar um quadro de dialogo que permita sair desta crise, tem que abandonar definitivamente esse grupo e manter-se imparcial”, disse o líder dos libertadores.
“Não vamos permitir que esse grupo continue a pressionar o Presidente a tomar decisões que vão de acordo com seus interesses, deixando de lado os interesses da nação e do povo. Isto é uma tentativa de sequestrar um direito incontornável do povo escolher o melhor do seu destino, afirmou.
Num longo discurso improvisado, DSP como é apelidado, deixou claro que a partir de agora a disponibilidade de negociação do PAIGC não será mais política, mas sim, na base das leis do país. E pediu respeito escrupuloso pela Ordem Democrática e Institucional na Guiné-Bissau.
“Cedemos muito, porque colocamos o país e o partido em primeiro lugar, mas a partir de hoje, entendemos que isso passa por fazer as pessoas respeitarem a Ordem Democrática e institucional, basta, chega de cedências políticas”, disse.
Citando uma parte do discurso do Presidente guineense, Domingos Simões Pereira não tem dúvidas que José Mário Vaz abriu propositadamente excepções para tirar ao partido, a legitimidade de escolher os caminhos da governação, um direito legitimado nas urnas em 2014.
Dirigindo-se aos militantes e simpatizantes do partido, na principal sede, Domingos Simões Pereira, visivelmente emocionado, repetiu por varias vezes que o PAIGC vai assumir a sua responsabilidade perante o novo cenário político, tal como o Presidente da República deve fazer nos próximos dias.
Pereira acusou directamente José Mário Vaz de ter assinado o decreto, que demitiu o governo de Carlos Correia, a 12 de Maio, sob intensa pressão que qualifica de inaceitável para satisfazer a um grupo de indivíduos que lutam pelos interesses pessoais.
“O Presidente sentiu de forma particular, o que significa abdicar do diálogo com as instituições e apadrinhar um grupo de indivíduos com agendas pessoais. Se quiser realmente criar um quadro de dialogo que permita sair desta crise, tem que abandonar definitivamente esse grupo e manter-se imparcial”, disse o líder dos libertadores.
“Não vamos permitir que esse grupo continue a pressionar o Presidente a tomar decisões que vão de acordo com seus interesses, deixando de lado os interesses da nação e do povo. Isto é uma tentativa de sequestrar um direito incontornável do povo escolher o melhor do seu destino, afirmou.
Num longo discurso improvisado, DSP como é apelidado, deixou claro que a partir de agora a disponibilidade de negociação do PAIGC não será mais política, mas sim, na base das leis do país. E pediu respeito escrupuloso pela Ordem Democrática e Institucional na Guiné-Bissau.
“Cedemos muito, porque colocamos o país e o partido em primeiro lugar, mas a partir de hoje, entendemos que isso passa por fazer as pessoas respeitarem a Ordem Democrática e institucional, basta, chega de cedências políticas”, disse.
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