“Eu posso afirmar que foi, de fato, um grande sucesso a mesa redonda de Bruxelas, disse, acrescentando ser “uma grande responsabilidade para nós dirigentes hoje na Guiné-Bissau”.
“O que nós pedimos à comunidade internacional, a comunidade internacional foi além do limite. Significa uma grande responsabilidade para o nosso país”, destacou avançando julgar “que a comunidade internacional fez aquilo que deveria ter feito e, agora, compete a nós cumprirmos com a nossa parte, respeitarmos todos os compromissos que foram assumidos durante a mesa redonda de Bruxelas”, acrescentou.
José Mário Vaz falava à saída de um encontro com o seu homólogo português, Aníbal Cavaco Silva, no Palácio de Belém, em Lisboa.
A conferência internacional sobre a Guiné-Bissau decorrida a 25 deste mês, na capital da União Europeia, permitiu mobilizar mais de mil milhões de euros de apoios prometidos pela comunidade internacional, com Portugal a comprometer-se com um programa de cooperação de 40 milhões de euros.
A União Europeia comprometeu-se a conceder 160 milhões de euros à Guiné-Bissau, para consolidar a democracia, reforçar o Estado de direito, acelerar a retoma económica e melhorar as condições de vida dos cidadãos.
Ainda, de acordo com o chefe de Estado guineense, a comunidade internacional está a dar, “sem sombra de dúvida”, um voto de confiança à Guiné-Bissau.
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